Reprodução da Notícias na Mídia: Jornal das 14:00

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Reprodução da Notícias na Mídia

Programa diário das 14h – Estamos começando hoje nosso programa com uma notícia bombástica que acabou de ser publicada pelo Jornal “The Guardian”.

Apres.:  Segundo o jornal The Guardian, o Brasil pode ser denunciado pela ONU por desigualdade jurídica. Estamos com nossos convidados de hoje e nossos jornalistas que entrarão a qualquer momento ao vivo trazendo mais notícias sobre esse assunto.

Apres.: Dr. Paulo Guedes, cientista político formado pela Fundação Emílio Braga, veio esclarecer esta notícia para a gente. Doutor, obrigada por sua presença. O que quer dizer essa denúncia e, se for confirmada, qual o impacto que pode trazer para o Brasil?

Dr. Paulo Guedes:  Pelo que pude compreender através da notícia do “The Guardian” é [sic] que essa será uma situação diferente que todos os países viverão a partir do momento que esse projeto foi lançado. Eu não conheço os métodos usados pelo Conselho de Chanceleres. Entretanto, o que dá para entender é que, quanto mais desigual um país se torna, provavelmente haverá uma maior desigualdade social. Acredito que eles estejam buscando o caminho jurídico para incentivar os países a criar leis e entendimento jurídico mais equilibrado. E, com isso, é possível que traga segurança jurídica que, por consequência, atinja a economia entre outras áreas de interesse da população de forma motivadora. Em relação à denúncia em si, eu espero que ela não aconteça, porque seria muito penoso para o Brasil neste momento.

Apres. – Dr. Paulo, vou interromper o senhor um pouco porque temos a Daniela Lírio no link. Daniela, o Planalto já se pronunciou sobre o assunto?

Daniela : Não. Na verdade, ninguém sabe do que se trata. Segundo o que consegui apurar com os assessores, o Presidente ficou surpreso com a possibilidade de o Brasil ser denunciado por desigualdade jurídica e vai se pronunciar depois da reunião que terá com a Presidente da Alta Corte, hoje as 17h00.  Aqui no Congresso e no Senado, está tudo mundo perguntando do que se trata essa denúncia: se tem a ver com o impeachment ou se é mesmo por aquela situação de desacato do senador ao Ministro da Corte. Inclusive, o senador já seguiu em direção ao Planalto para conversar sobre o assunto com o Presidente.

Apres. Obrigada a nossa querida Daniela Lírio. Pode chamar a qualquer momento.

DL:  Ok! A qualquer novidade eu chamo vocês.

Apres.: Dr. Paulo, voltando ao assunto. O atual Presidente sabia sobre esse novo projeto?

PG: Provavelmente sabia, pois esse tipo de projeto precisa ser assinado em uma convenção da ONU por todos os países aliados. É possível que ele não soubesse a forma como o país é pesado a favor ou em desfavor. O que ele não imaginava é que o Brasil chegaria nesta situação. Tive a oportunidade de ler sobre o assunto há uns dois anos em uma revista jurídica que trazia em destaque a notícia de que a Índia havia perdido investidores por ter sido punida por desigualdade jurídica.

Apres.: Então, se o Brasil for denunciado, também pode perder investidores?

Convidada Ana: Era só o que faltava ao Brasil. Mal conseguimos trazer investidores e ainda podemos perder os poucos que temos.

Dr. PG: – Acredito que seja cedo para especularmos sobre o que pode acontecer daqui para frente. Precisamos primeiro entender o que o chanceler das Américas vai falar sobre o assunto.

Apres.: Doutor, eu volto a falar com o senhor daqui a pouco. Produção, estamos com a Bete Passare no link? Ok! Ainda não. Voltamos daqui a pouco. Continue mandando sua pergunta pela hastag #meustudiopreferido.

Retorno do Programa às 14h00.

Apres.: Voltamos com mais notícias sobre a possibilidade de o Brasil ser denunciado pela ONU. Produção, temos a Bete Passare ao Vivo? Agora sim temos nossa jornalista internacional ao vivo direto da ONU.

Apres.: Bete, o que você pode nos dizer sobre essa notícia que deixou todo mundo assustado?

Bete Passare: Boa tarde a todos! Infelizmente é verdade. O Brasil pode sim ser denunciado pela ONU caso o chanceler Philipe não consiga recorrer da decisão. Neste momento, não temos como falar com o chanceler porque ele está resguardado ao Conselho, pois será ele o responsável pela pesagem histórica de Nova Viena hoje aqui na ONU. Mas eu consegui gravar um vídeo com o chanceler Costa. Ele é um chanceler Português, que está emprestado à Chancelaria das Américas e está designado para o Brasil por dois anos.

Apres.: Bete, não entendi. Por que um chanceler Português está designado para o Brasil? E só mais uma dúvida: o chanceler para o Brasil não teria de ser indicado pelo Presidente?

BP: – É estranho, mas tem um motivo. Apesar do nome, o chanceler Philipe Ferry é brasileiro e, por ser brasileiro, não pode ser designado ao Brasil porque ele não pode beneficiar o país. Segundo informações obtidas na Chancelaria das Américas, o chanceler tinha duas opções. O Chanceler Costa que é português e o chanceler Dantini que é Argentino. Ele optou por designar o Chanceler Costa porque tem mais experiência em relações exteriores para ajudar o Brasil. No caso, as indicações do chanceleres por Continente é de competência do Conselho dos Chanceleres. São treze chanceleres de diversos países; foram indicados pela Corte Internacional de Haia para formar Chanceleres Constitucionalistas e de Relações Exteriores.

Apres.: E você sabe como é essa pesagem?

BP: Olha, antes de te responder, quero falar que ouvi as explicações do dr. Paulo Guedes pelo nosso aplicativo. Os esclarecimentos sobre o assunto feitos por ele batem muito com o que me foi explicado na Chancelaria das Américas. O projeto é de fato colocar cada país juridicamente em seu lugar. Pelo que o chanceler Costa falou, a ideia é que, após a pesagem de Nova Viena, os países fiquem mais motivados a melhorar suas leis e entendimentos jurídicos. Eu já enviei a gravação para o estúdio. Podemos passar agora?

Apres.: Produção, já temos o vídeo no ponto? Então, Roda.

Vídeo de gravação da Bete Passare com o Chanceler Costa.

BP: Chanceler Costa, obrigada por me receber! Hoje, o Brasil levou um susto com a notícia de que poderia ser denunciado pela ONU por desigualdade jurídica. O senhor poderia explicar para os brasileiros como funciona esse projeto de pesar os países?

Chanceler Pedro Costa: A forma como pesamos é um pouco complicada para quem não é da área do Direito. No entanto, vou tentar explicar de forma simples para que todos os brasileiros possam entender. Primeiro, é importante dizer que esse projeto foi idealizado pelo chanceler Philipe Ferry e analisado pela Corte Internacional; só depois de cinco anos de testes de pesagem dos países, o projeto foi aceito. Foi criada uma balança especial. Ela é analógica e digital. É digital para calibrar a Lei com dez decisões de igualdade jurídica. Podem ser decisões de 1ª e 2ª instância e da Alta corte. Após calibrada, colocamos ao lado direito 1k de ouro de Lei. É o peso que vale a Lei igualitária no projeto. Quando você coloca esse peso em Lei, a balança tem de ficar equilibrada. Se não estiver, o chanceler deve chamar um técnico auditor para verificar. Estando a balança  calibrada e equilibrada, começa a pesagem em favor (ao lado Lei) ou em desfavor ao lado esquerdo da Lei. O peso das punições pode ser em ouro ou em pesos quânticos. Temos vários tamanhos e modelos de pesos em ouro. Em cubos, em moedas e em barras retangulares que caibam no prato da balança. E temos pesos quânticos que variam de 10 a 50 pesos quânticos . Eles são cortados em cinco tamanhos diferentes. . Todas as vezes que usamos pesos quânticos, eles precisam ser pesados porque, dependendo do ambiente, o peso pode variar. Por exemplo: um peso quântico de 20g, , pode variar para 21 a 22g. O mesmo ocorre com os outros pesos quânticos. Então, temos sempre cuidado com esses balõezinhos, que muitos pensam que não pesam nada, mas, no fim, fazem uma grande diferença.

BP:  Os pesos quânticos são usados em quais situações?

Chanceler PC: Usamos mais na pesagem de reformas inerentes às necessidades de seu povo, como a reforma da Previdência, Reforma Política, Reforma da Saúde, Reforma da Educação e Cultura, entre outras necessárias ao bem-estar do cidadão. Podemos usá-los também em outras situações, como foi o caso da punição do Brasil. Os trezentos pesos quânticos foram pelo deboche do Senador no dia seguinte da decisão da Corte. Esses pesos podem ser utilizados tanto a favor ou a desfavor do país que está sendo pesado.

BP: Chanceler, no caso da punição em ouro, foi uma punição à Alta Corte?

Chanceler PC: Não exatamente. A punição foi por desigualdade jurídica, mas também foi uma mensagem para aqueles que devem guardar e proteger a Lei.

BP: Nesse caso, a desigualdade jurídica foi porque o Senador desacatou uma ordem judicial e não teve nenhuma punição?

Chanceler PC: A questão não foi só a falta de punição. Foi a engenharia jurídica que a Corte criou para que o Senador, réu, continuasse no cargo. Ora, se um pobre desobedece um juiz, ele pode ser preso, como já aconteceu inúmeras vezes. Por que um senador, réu em uma ação na Alta Corte, desobedece uma ordem judicial de um ministro, debocha do povo no dia seguinte e não acontece nada? Qual o exemplo que a Corte deixa para aqueles que a conhecem como último refúgio? Ninguém está acima da Lei; nem o senador nem qualquer outra pessoa que tenha pendências com a Justiça; afinal, decisão judicial deve ser cumprida.

BP: Como será a pesagem de Nova Viena?

Chanceler PC: Será uma pesagem histórica. Nova Viena passou por uma guerra regional e em doze anos conseguiu se reerguer. Será um momento muito especial para o país, mas também uma grande inspiração para outros países. Não vou dizer que tudo que Nova Viena fez nos agradou. Ela foi penalizada em algumas questões; por outro lado, recebeu muitos pontos em peso de ouro e em pesos quânticos pela vontade de se reinventar e cuidar de fato de seu povo. Hoje, um dos maiores trunfos de Nova Viena será sua Constituição, em que pobre deixou de ser número e rico deixou ser letra. Nova Viena agora tem uma Legislação homogênea e equilibrada. Sabemos que nem tudo serão flores, mas já é um bom começo.

BP: Chanceler Costa, antes de terminarmos, posso fazer mais uma pergunta?

Chanceler PC: Sei qual a pergunta que desejas fazer. É sobre o impeachment?

BP: Sim. O impeachment foi punido na pesagem?

Chanceler PC: O impeachment foi uma decisão política; entretanto, considerando que a Constituição não mudou, o Brasil sofreu punição por desigualdade jurídica aplicada entre o ex-presidente que anteriormente sofreu impeachment, renunciou e perdeu seus direitos políticos, e a atual ex-presidente que sofreu impeachment e não perdeu seus direitos políticos. A punição foi o mesmo peso da Lei 1kg de peso em ouro.

BP:  Obrigada por suas explicações, Chanceler Costa!

Chanceler PC: Foi um prazer. Nos encontramos mais tarde na pesagem de Nova Viena?

BP: Estarei acompanhando de perto. Obrigada mais uma vez!

Fim do Vídeo.

BP: Conseguiram entender? É meio complicado, mas, com o tempo, acho que poderemos entender alguns pontos de vista do projeto. Eu recebi uma credencial da Chancelaria para acompanhar a pesagem de Nova Viena. Acredito que, depois do resultado, vou poder passar informações mais objetivas sobre como funciona esse novo projeto.

Apres.: Bete você vai poder filmar a pesagem?

BP: Não, mas a ONU divulgará alguns momentos da pesagem. Há interesse que os países vejam como funciona. Pelo programa que recebi, começa às 16h00 um pequeno documentário mostrando como o país era antes da guerra, como ficou pós-guerra e como está hoje. Vão falar antes da pesagem, o chanceler João de Deus Nunes (é um brasileiro naturalizado), a Embaixadora Dalila Nunes (esposa do chanceler etíope) e o chanceler da Islândia, que pertence ao Conselho dos Chanceleres de Haia.

Apres.: Beijos! Obrigada pelas informações! Produção, nós fomos os primeiros a passar essa informação? Gente, vocês receberam com exclusividade as informações sobre a possibilidade de Brasil ser denunciado e as explicações sobre o assunto com nossa querida e internacional Bete Passare. Daniela Lírio, conte-nos tudo. Como o Planalto reagiu à entrevista do chanceler Pedro Costa?

DL: Olha, está a maior confusão aqui em Brasília. É o seguinte: segundo os assessores do Planalto, o Presidente vai conversar com a Presidente da Alta Corte sobre como eles podem recorrer dessas punições. O Presidente quer saber também quais foram as outras punições que o Brasil recebeu além das que foram explicadas pelo chanceler Costa para chegar nessa situação da possibilidade de sofrer a denúncia. Eles estão tentando, juntamente com embaixador de Haia, entrar em contato com a Chancelaria das Américas para falar com o chanceler Philipe Ferry.

Apres.: Daniela, só um minutinho que a Bete Passare vai passar uma informação ao vivo. Fica aí que já volto a falar com você.

BP: Voltei rapidamente para dar um recado do chanceler Pedro Costa. Ele mandou a seguinte mensagem: “Quem recorre sobre as punições é o Chanceler das Américas, mas, para que isso aconteça, o Brasil precisa dar ao povo brasileiro, e não à Haia, uma decisão de igualdade jurídica entre outros entendimentos jurídicos que serão solicitados pelo chanceler. O Brasil é soberano para tomar suas decisões; entretanto, devo lembrar que agora decisões muito desiguais terão um preço, o peso da punição. Para ir ao Brasil, eu preciso ser convidado pela Alta Corte que poderá convidar o Presidente para uma reunião. Posso também ser convidado para falar no Congresso para esclarecer algumas dúvidas, sempre acompanhado de algum representante da Ordem dos Advogados ou Ministro da Corte. O chanceler Philipe Ferry lhe concederá uma entrevista após a pesagem de Nova Viena. Obrigado pela atenção”. É isso, gente. Voltei só para passar esta mensagem que o chanceler enviou agora há pouco.

Apres.: Obrigada, Bete Passare! Ela é maravilhosa, gente! Gente a Daniela Lírio sumiu da tela. Cadê a Daniela? Ok… daqui a pouco a Daniela volta. Fala, amigo Flavio, antes do Dr. Paulo Guedes.

Convidado Flávio: – Na verdade, eu quero ouvir a opinião do Dr. Paulo Guedes sobre o seguinte. Já que o chanceler mencionou a engenharia jurídica que a Alta Corte criou para manter o senador no cargo, eu pergunto: qual é a engenharia jurídica que eles criaram para pesar os países?

Dr. PG: – Essa é uma boa pergunta. Eu só posso me embasar pelo que li na revista jurídica e no que o chanceler Pedro Costa explicou.

Na revista Jurídica que li sobre a denúncia de desigualdade jurídica na Índia no que se refere às castas – principalmente sobre os dalits -, dizia-se o seguinte: “De que adianta o país estar entre as oito maiores economias do mundo se contém a maior concentração de pessoas pobres , sem direito a uma boa educação pública ou a um sistema de saúde adequado? ”.

Acredito que o grande questionamento que o projeto de Haia faça em relação aos países aliados à ONU é o fato de que alguns países ricos têm pessoas pobres, em sua maioria, sem acesso às necessidades mais básicas de um ser humano. Ora, se o país é rico, por que tem essa desigualdade social? Então, acredito que foi pensando nessa injustiça social que eles criaram esse projeto de pesar os países, colocando cada um em seu lugar juridicamente. Quanto à engenharia de pesagem, vamos ter de aguardar mais informações. Eu preciso dizer que, como advogado, já estou pensando nos balõezinhos e acho que vou testar na minha balança em casa. Eu só não tenho o ouro.

Apres.:. Dr. Paulo, o senhor tocou em um assunto muito sério e faz sentido sua colocação. Será que, se o Brasil fosse um país mais igualitário juridicamente, poderíamos nos tornarmos um país com menos desigualdade social? Voltamos já. Mande sua pergunta para nosso estúdio pela hastag#meustudiopreferido.

Retorno do Programa às 14h00.

Apres.: Antes de passar as mensagens dos nossos assinantes, vamos voltar com a Daniela Lírio. Diga, Daniela.

DL: Olha, a coisa esquentou por aqui. Agora há pouco, o senador citado na notícia do “The Guardian” disse que o Brasil é soberano para tomar suas decisões políticas e jurídicas. E que não é qualquer chancelerzeco que vai exigir o que o país precisa fazer. Ele não é bem-vindo ao Congresso nem ao Senado. Só que tem um problema. Alguns deputados e senadores querem, sim, ouvir o chanceler. Eles comentaram que o senador pode não querer receber o chanceler, é uma decisão pessoal dele, mas não podem decidir pelos outros congressistas.

Apres.: Nossa! Que situação! Daniela, o Presidente vai se reunir com a Alta Corte?

DL: Vai sim. Segundo consegui apurar com os assessores do Planalto, parece que a presidente da Alta Corte vai convidar o Chanceler Pedro Costa para uma reunião.

Apres.: Obrigada, Daniela! Agora resta saber se, depois de ser chamado de chancelerzeco, o chanceler Pedro Costa virá a essa reunião. Bem, gente, vamos mostrar nossa janela interativa e ler alguns comentários.

O Gerson, da Bahia, disse o seguinte: “Na minha opinião, o Brasil já deveria ter sido denunciado há muito tempo”.

O Marcos, de São Paulo, escreveu que não concorda com esse projeto. “Os, Estados Unidos são mais desiguais que o Brasil e não sofreram denúncia”.

Convidada Ana: Eu acho que juridicamente não são, não. Há controvérsia.

Apres.: A Ana, do Rio de Janeiro, comentou o seguinte: “O Brasil precisa de pessoas lúcidas na Justiça e, quem sabe, o Chanceler das Américas trará uma luz para o Brasil sair dessa situação!”.

Bem, gente, nosso tempo estourou. Essa notícia de hoje tomou todo o tempo do programa. Obrigada, Dr. Paulo Guedes, pelos esclarecimentos; Ana, volta na próxima semana para falarmos sobre “as plantas nos escutam”; Flávio, hoje não deu tempo para falarmos sobre tecnologia. Fica para semana que vem?

Convidado Flávio: Como não falamos sobre tecnologia? Essa Balança da Desigualdade é pura tecnologia. Resta saber como ela funciona!

Apres.: Verdade. Tchau Gente!

Fim do Programa da tarde.

Reprodução das Notícias na Mídia Acompanhe aqui a repercussão da pesagem de Nova Viena no Jornal das 18h00  direto da ONU. Acesse o link  Press Mídia Feminina online Jornal das 18h00

Nota por Elaine Paiva

Se você chegou até o fim do texto, esclareço que o Brasil não será denunciado.

Este texto foi inspirado na tese de Direito Quântico do dr. Philipe Ferry, baseado na primeira e terceira Lei de Newton. Princípio da Inércia e Princípio da Ação e Reação.

A brincadeira com os jornalistas foi inspiração por afinidade, não tendo a emissora nenhuma responsabilidade ou parceria com este trabalho de primeiro de abril (Dia da Mentira).

Se você tiver problemas com a emissora, troque de canal; se tiver problemas comigo, delete-me de sua rede social. A única coisa que peço é que saiam da Lei da Inércia e entrem na Lei da Ação e Reação. A sociedade precisa debater a atual situação do país. E não será olhando para seu partido ou político favorito nem para sua categoria – e muito menos para suas necessidades pessoais – que sairemos desta situação caótica em que nos encontramos.

Mais de 12 milhões de brasileiros estão desempregados. Muitos deles perderam boa parte do que haviam conquistado, sem contar aqueles que perderam tudo. A tese do dr. Philphe Ferry inspirou o Projeto Guardião. É um documentário literário em 12 episódios que estará disponível para todos os internautas em abril.

Se ficou interessado, acompanhe o desenrolar desta história no jornal das 18h00 e no das 20h00hs no dia 1º de abril.

O Primeiro episódio já está pronto e sendo editado.

Créditos: Editor Serg Smigg

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