Entendendo a Mente dos Terroristas Islâmicos

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Psicólogo e Alexandre Bez

Entendendo a Mente dos Terroristas Islâmicos
Psicólogo e escritor Alexandre Bez explica os fatores comportamentais que levaram aos atentados em Paris

Psicólogo e escritor Alexandre Bez comenta as declarações recentes do primeiro-ministro israelita
Psicólogo e escritor Alexandre Bez

O grupo de radicais do EI foi criado exclusivamente para combater a ditadura de décadas impostas pelo governo Assad, como não conseguiu seu principal objetivo, começou também a migrar as ações de assassinato a esmo nos lugares que entendem como inimigos do islão, como aconteceu nesta última sexta-feira (13), em Paris, que apoiou a oposição política na Síria, se mostrando inflexível na luta contra El Assad.

No ocidente há uma liberdade e modernidade maior do que países arábicos islâmicos mais atrasados. Liberdade esta que é “reprimida psicologicamente” pelo radicalismo islâmico. “Essa reprovação indica uma dificuldade em aceitar tal fato, o individuo normal pensa – ‘estão cometendo algum pecado, mas isso é problema deles!’  Já o individuo de personalidade anormal não aceita de maneira alguma e acaba acontecendo o que aconteceu em Paris”, afirma o psicólogo e escritor, Alexandre Bez.

Cada povo tem sua cultura e seus valores, portanto para se viver em sociedade precisa haver o componente da tolerância. Paris é uma cidade de luz, de modernismo, de cultura aflorada e uma cidade do amor. Cada um é livre para seguir a doutrina que escolher,  significando que o conceito de respeitar o outro está presente na maioria das vezes. Porém, segundo o psicólogo, o radical extremista islâmico segue uma demanda que vem diretamente do cérebro, denominada de “teomania”, uma psicopatologia séria, de ordem religiosa, onde tudo é pecado, e toda a modernidade, luxúria, e liberdade são tidas como demoníacas e, portanto devem ser eliminadas.

Perfil dos extremistas islâmicos:

– Grande paciência
– Exacerbado desejo de destruição
– Personalidade intrínseca
– Agradável simpatia
– Timidez exacerbada
– Forjada vida pacata

“Geralmente, são pessoas muito organizadas, com uma vida normal e passam despercebidas. São muito difíceis de serem detectadas, temos que ficar alertas. E, como se trata de psicopatas no comando dos dois lados (EI e Assad), a possibilidade de negociação é quase nula. Na mente deles só há ódio. Um lado só se concentra em preservar seu governo, indo contra seu povo, esquecendo-se deste e preocupando-se com os rebeldes que querem depô-lo. O outro usa suas habilidades dentro da psicopatia para recrutar soldados de várias partes do mundo com falsas promessas, incorporação de ideias, disseminação de teorias, e um convincente marketing, tomando outros lugares como seus inimigos”, conclui Bez.

Com informações da Luana Dourado
Assessoria Márcia Stival
www.marciastival.com.br

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