Bashar al-Assad, o açougueiro da Síria

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Bashar al-Assad, presidente da Síria - Reprodução Internet

Psicólogo Alexandre Bez, fala sobre situação crítica na Síria e explica os fatores comportamentais do presidente do país

Bashar al-Assad, presidente da Síria - Reprodução Internet
Bashar al-Assad, presidente da Síria – Reprodução Internet

Na Síria é deflagrado um escândalo público de um iminente massacre, ordenado e iniciado pela insanidade de seu ditador, onde parece que a única relevância remanescente por parte desse tirano açougueiro, são os indícios de um bem vivido e alimentado Bashar al-Assad, presidente do país, contrastando com a falta de recursos e provisões da população no geral.

A tarefa em conscientizar Assad, cada vez mais se torna utópica. A ganância pelo poder supremo desse psicopata e a instauração de um novo Holocausto (mais árabe agora) nos remete a impressão nítida que são as únicas senhoras de sua (in)consciência. Se houvesse compaixão desse psicopata, alicerçado no poder, haveria uma única ação a ser executada: “uma retirada estratégica”, motivada pela própria vontade, assumindo assim um caráter conservador e do impedimento de mais mortes desnecessárias na Síria, uma vez que já morreram mais de 500 mil sírios inocentes, sendo grande parte crianças.

No entanto, a única certeza que prevalece é a irracionalidade de um autodenominado “líder”, que vislumbra a permanência no cargo, passando a imagem de vítima disfarçada sob a pele de um cordeiro preocupado com seu rebanho. Assad é um pseudo líder, portador de uma perene ideia delirante de poder, elicia pela sua personalidade psicopática.

Como todo psicopata no poder, a fenda que lhe falta é o senso de humanidade. Ao lidar com ela, tiranos insanos (insanidade= psicopatia + maldade), apresentam uma “Dissociação Patológica”, porém funcional, em função do grau de psicopatia responsável pela constituição mental do ditador.

O mundo já teve uma amostra cruel com a mesma dose desse tipo de psicopatia: Hitler, que não só perseguia os judeus, mas ordenava a eliminação de qualquer um que se opusesse ao seu caminho. Novamente repito, o globo terrestre está diante a face de um novo Holocausto, onde prevalece a “idolatra ao próprio eu!”, ao se permanecer ditando as ordens de uma matança pelas mãos de um açougueiro, pois é impossível não notar em seus discursos inflamados, o ódio. Assim como o olhar que se perpetua na eternidade. Hitler tinha essas mesmas características, em suas demonstrações verbais e comportamentos não verbais. O “egocentrismo” e a “arrogância” de Assad, assim como a de Hitler, não permite ser recusado pelo povo, tanto que Assad lançou bombas químicas na Síria em 2014 e 2015. O Cloro Gasoso, disseminador esse de sua onipotência, não foi proibido pela Convenção de Armas Químicas. Aterrorizante suficiente para dar o recado de ditador sanguinário psicopata: “Sou Assad, ninguém pode comigo! ”. A própria ONU, reconheceu o uso do gás como abominável, assim como a destruição em massa da cidade de Aleppo, onde crianças são vítimas das bombas do regime ditatorial.

Estrategista demoníaco, Assad, tomado pela sua incontrolável obsessão e compulsão, espera que os seus aliados orientais (Rússia, China, Irã e Hezbollah), ajudem-no a concretizar seu maior desejo: a eliminação de todos os rebeldes e, principalmente como Hitler, a aniquilação de todos os insurgentes sírios.

Alexandre Bez
Alexandre Bez

Obs.: Alexandre Bez estuda a guerra no Oriente Médio e o caos da época de Hittler. Além dos livros publicados, está escrevendo:
– O Segredo de Hitler
– As Hortênsias Azuis florescendo no meio do deserto islâmico

Giovanna do Vale – Assessoria Márcia Stival
E-mail: notas2@marciastival.com.br
www.marciastival.com.br

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