Assédio em passageiras: Covardia com hora marcada

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Reprodução Internet

Artigo Por Alexandre Bez

Psicólogo e consultor em relacionamentos, Alexandre Bez, fala sobre o assédio moral sofrido pelas mulheres por motoristas

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Sempre que há uma novidade as tendências positivas e negativas esbarram juntas em um funil, funcionando como um conta-gotas da sorte que pode se despejar comportamentos responsáveis e condutas impróprias. É uma loteria da sorte, não de números, mas da personalidade apresentada ao chamado.

Estamos aqui falando de alguns motoristas recentemente citados na imprensa por se aproveitarem de sua profissão para assediar mulheres. Segundo o psicólogo e consultor em relacionamentos, Alexandre Bez, esse tipo de predador é de extrema incompetência em situações que envolvem uma paquera no bar/balada, mas se sente “potente” suficiente para assediar e importunar mulheres ou garotas sozinhas. A culpa não é do serviço, mas da pessoa que ali está. Uma boa saída para tentar coibir esses “atos indecorosamente desferidos às mulheres” seria a realização de alguns testes psicológicos.

Para essas mulheres que são assediadas, a primeira providência é informar a alguém próximo via WhatsApp aonde está e sempre anotar a placa e passá-la, antes mesmo de entrar no carro. No momento da abordagem, a dica é gravar a conversa para ter uma prova e cair fora no primeiro farol. Predadores sexuais e obsessivos não regridem, portanto, outra dica é denunciar ao próprio serviço do motorista e as autoridades o ocorrido.

O assédio moral/sexual é sempre uma etapa pré-estupro, assim pode-se presumir. Nenhuma mulher, merece passar por esse tipo de constrangimento covarde e infundado, lembre-se disso!

Alexandre Bez
Alexandre Bez

Giovanna do Vale
Assessoria Márcia Stival
E-mail: notas2@marciastival.com.br

www.marciastival.com.br

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